No ciclo dos dias, em busca da interioridade da vida, este mundo de “Laços e Abraços”, emerge de um imaginário sensorial, onde o amor e a atracção dão um real sentido à vida.
Todos os habitantes deste mundo, cultivam as paixões da alma, entregam-se a fantasias e têm grande tendência para se juntarem em pares e se ligarem por ímanes, molas, colchetes, velcro, fitas, laços e mãos. Neste mundo todos partilham o fascínio de usar laços; e os laços são tão fortes que os abraços são muito frequentes.
Há um intenso aroma a alfazema nesta atmosfera. Há alegria, muita luz e uma procura constante de harmonia.
As festas não acontecem todos os dias. E, cada vez que acontecem, fazem-nos reviver um momento perdido, e reavivar laços em ritos de renovação
Cada uma destas peças pode assinalar uma festa. Contar a história de um encontro. Selar um laço. Comemorar alguma coisa ou um momento especial…pode tornar-se a senha de entrada neste mundo vivo, de cor, de afectos, feliz.
Um mundo, afinal, de verdade?
Um mundo que, de verdade, dá brilho ao tempo e o torna total.
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à procura do equilíbrio
à procura do equilíbrio……
Estamos na Terra e sentimos o cheiro da terra.
Um intenso aroma a alfazema tem o efeito de nos despertar.
Perdemo-nos e encontramo-nos, nos recortes da terra, na malha dos caminhos, na procura de outros povos, outras culturas, outros modos de ver e de ser.
Conviver com novos desafios e abraçar novas atitudes eleva-nos e isso, aproxima-nos dos deuses.
Inspira-nos respeito pela Terra e vontade de preservar a Vida.
Porque a Terra não é nossa. Nós somos da terra. E, o que fazemos à Terra, fazemos a nós mesmos.
Que as novas gerações possam aqui, na Terra, criar laços e cultivar os seus abraços.
Estamos na Terra e sentimos o cheiro da terra.
Um intenso aroma a alfazema tem o efeito de nos despertar.
Perdemo-nos e encontramo-nos, nos recortes da terra, na malha dos caminhos, na procura de outros povos, outras culturas, outros modos de ver e de ser.
Conviver com novos desafios e abraçar novas atitudes eleva-nos e isso, aproxima-nos dos deuses.
Inspira-nos respeito pela Terra e vontade de preservar a Vida.
Porque a Terra não é nossa. Nós somos da terra. E, o que fazemos à Terra, fazemos a nós mesmos.
Que as novas gerações possam aqui, na Terra, criar laços e cultivar os seus abraços.
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